Pois bem, neste inútil e breve intervalo entre aulas venho para casa e resolvo publicar algo. Não que isso seja necessário, mas é uma alternativa ao tédio deste horário. Vou aqui postar um poema, breve em sua essência, relatando de certa forma minha utima viagem (incríveis momentos). A noite, quando tiver tempo suficiente deixo um relato das minhas experiências Psicodálicas. Até breve.
Lucis
Rios de solaridade lambem a alma
e lavam a putrefeita criatura
Pedras ásperas, de felicidade campestre
Correntezas de insanidade
dias legalmente dementes
sem malícias, sem concreto
de verde esperança comunitária
e compartilhamento de bens
psicotrópicos, ou não
Uma luz que não ofusca a visão
com tons matutinos próprios,
capuzes amarelos
gravatas azuis
psicodelismo.
E como não podia faltar, uma foto do evento Psicodália 2008, São Martinho.

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